Estamos de assistência ao povo Português e a todos os que desejam revelar comportamento anti-ético dos governos de José Sócrates
terça-feira, 17 de maio de 2011
Gargalhada internacional
Com base numa rábula alemã (legendas falsas), um espontâneo do Youtube chama os Portugueses das sondagens a terem mais juízo. Assim a falta de crédito do governo vai revelando novos humoristas.
Retrato da nossa vergonha caseira
Excertos da coluna de Vasco Pulido Valente no Público, de 3 de Outubro de 2010
«Um primeiro-ministro
Fora a gente sem nome que fez do PS um modo de vida, não há ninguém na política ou no jornalismo que se atreva a justificar o primeiro-ministro, José Sócrates. Não me lembro - excepto em ditadura - de nenhum homem público tão profundamente execrado. O desprezo e a hostilidade variam de tom e pretexto, mas Sócrates conseguiu unir Portugal inteiro contra ele. E não só por causa do PECIII, que infalivelmente nos levará à miséria (embora isso também conte). O que o cidadão comum detesta é a pessoa: a pessoa que ele exibe no Parlamento e no país. (...)
«Um primeiro-ministro
Fora a gente sem nome que fez do PS um modo de vida, não há ninguém na política ou no jornalismo que se atreva a justificar o primeiro-ministro, José Sócrates. Não me lembro - excepto em ditadura - de nenhum homem público tão profundamente execrado. O desprezo e a hostilidade variam de tom e pretexto, mas Sócrates conseguiu unir Portugal inteiro contra ele. E não só por causa do PECIII, que infalivelmente nos levará à miséria (embora isso também conte). O que o cidadão comum detesta é a pessoa: a pessoa que ele exibe no Parlamento e no país. (...)
Nesta extravagante situação, é curioso relembrar como apareceu (e cresceu) a criatura que nos levou à ruína. Sócrates veio da província com a ambição de fazer carreira. Como educação formal, não foi além de um vaguíssimo diploma de engenheiro, extraído à complacência de uma universidade privada. E, como profissional, não se lhe conhece um currículo respeitável. E, no entanto, "subiu". "Subiu" sob a protecção de António Guterres, que fez dele deputado, secretário de Estado e, depois, ministro (do Ambiente). Não se percebe o que Guterres viu na criatura. Obediência? Dedicação ao trabalho? Algum jeito para a intriga partidária? Não se sabe. O certo é que Sócrates com certeza o serviu fielmente.
E, quando Guterres um belo dia se escapou, Sócrates, que não valia nada, emergiu de repente como um candidato plausível a secretário-geral do PS. Porquê? Por causa da RTP, que o resolveu escolher para um debate semanal com Pedro Santana Lopes. Sócrates "passa" bem na televisão (como é obrigatório num político moderno) e essa presença constante em casa de cada um acabou por o tornar numa espécie de encarnação do PS. O resto correu segundo as normas. Durante a campanha contra Manuel Alegre e João Soares, peritos de publicidade arranjaram maneira de ele não se comprometer com coisa nenhuma (uma técnica também obrigatória) e de mentir no caso de um aperto (sobre impostos, claro). Sócrates ganhou; e ganhou, a seguir, a maioria absoluta. Na noite da vitória não agradeceu ao país, com que nunca no fundo se importou. Agradeceu ao PS, a que devia tudo. E, assim, Portugal recebeu do céu (na verdade, do Largo do Rato) um primeiro-ministro, obscuro e vácuo, que não lhe merecia, em princípio, a menor confiança. Mas, tendo votado nesse grosseiro produto do PS, agora não se deve queixar.»
A brincar às escondidas com o nosso dinheiro
Não estará já em risco o normal funcionamento das instituições, quando nem o tribunal de Contas escapa às manobras de ocultação contabilística? Veja aqui, e tenha medo, muito medo.
Que sim! Que não! Que jamais! Que sempre!
Para registo no livro de recordes, secção de contradições e trapalhadas, uma candidatura pela boca do próprio aqui
Sócrates 2004 adverte contra Sócrates 2011
Estas são declarações de José Sócrates em 17 de Novembro de 2004. Então na oposição, o líder socialista retratava melhor que ninguém a sua governação futura:
Esperem pela minha obra
«Não há memória de a Assembleia da República ter discutido um Orçamento tão profundamente desacreditado como aquele que o Governo hoje aqui apresenta»
Sem credibilidade
«A verdade é que o Governo só pode queixar-se de si próprio, de mais ninguém. Afinal, foi o próprio Governo quem se encarregou de destruir a credibilidade deste Orçamento com as sucessivas e contraditórias mensagens que divulgou sobre a sua proposta.»
Desconfiança nacional e internacional
«Mas o «gelo quente» que caracterizou esta segunda política cedo começou a «derreter» com a desconfiança dos agentes económicos e a crítica severa das instituições financeiras e dos especialistas, da esquerda à direita.»
A imagem acima de tudo
«A razão de toda esta deriva é muito simples, todos dela nos apercebemos: este não é um Orçamento feito para resolver verdadeiramente os problemas do País, este é um Orçamento feito e pensado para resolver o problema de imagem do Governo!»
Imprestável, inconvincente
«Para terminar, Srs. Deputados, este Orçamento é, verdadeiramente, a imagem deste Governo. É um Orçamento sem crédito, sem estratégia e sem ambição. É, portanto, um Orçamento que não serve Portugal nem convence os portugueses!»
«Não voto Sócrates. O País está primeiro»
«Vou votar, mas não vou votar no PS. Tenho consciência de que isso levanta grandes problemas mas o País está primeiro», disse Henrique Neto, histórico socialista, ao Diário de Notícias.
Já em Novembro do ano passado, numa entrevista arrasadora ao Jornal de Negócios, Henrique Neto disse que José Sócrates é «um vendedor de automóveis» e que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».
Já em Novembro do ano passado, numa entrevista arrasadora ao Jornal de Negócios, Henrique Neto disse que José Sócrates é «um vendedor de automóveis» e que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».
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